A história da bomba [do Hemetério?]
Enviado por Miguel do Rosário
Por que este silêncio sepulcral na grande
mídia? Em qualquer país civilizado, haveria equipes de repórteres na porta da
casa da servidora que roubou os documentos. Os advogados citados seriam
entrevistados. A notícia estaria em rede nacional, interrompendo a grade de
programação.
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(Charge
extraída de Tô Rindo até Agora)
‘Nunca soube de espionagem da CIA em meu
governo, mesmo porque só poderia saber se ela fosse feita com o conhecimento do
próprio governo, o que não foi o caso. De outro modo, se atividades deste tipo
existiram, foram feitas, como em toda espionagem, à margem da lei. Cabe ao
governo brasileiro, apurada a denúncia, protestar formalmente pela invasão de
soberania e impedir que a violação de direitos ocorra…”, defendeu-se Fernando
Henrique.
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Bráulio Tavares
Bráulio Tavares é escritor, compositor, estudou cinema e é
pesquisador de literatura fantástica.
Mostra a tua cara
Ronaldo
Livreiro
Com a voz trêmula, justificada por seus 86 anos
de idade, e certo tom de pureza em cada frase, como se nunca tivesse saído do
sertão da Paraíba, onde passou parte da infância, Suassuna se apresentará para
milhares de pessoas em seis cidades. A primeira parada foi em Brasília e lotou
o Teatro Nacional. No dia 18 de julho, o Arte como Missão desembarca em
Fortaleza. As paradas seguintes serão: Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba e São
Paulo.
(Clique no título para ler completo)
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Mafalda
Do
nosso correspondente Hélder Câmara:
Nesta semana em Paraty, por ocasião da
Flip, debate sobre memória da ditadura. Cristina Chacel e Flavia Cavalcanti
apresentando e autografando "SEU AMIGO ESTEVE AQUI".
"Nesta hora de muita tristeza lembrarmos que as mulheres,
maes e companheiras escreveram na história deste País exemplos de coragem e
dignidade que o passar dos anos não consegue apagar. LUIZA CHAUNI TEIXEIRA(Dona
DIDI), mãe de ANTONIO CARLOS TEIXEIRA, desaparecido (assassinado) no ARAGUAIA ,
é uma delas, representa todas as maes e companheiras, meus aplausos pela sua
vida de luta e resistência, escreveste esta página da história em nossos
corações, lembraremos sempre, esquecermos jamais.
Marcelo Santa Cruz
Um show maravilhoso com Danilo, Dori e Nana Caymmi marcou o início das
comemorações do centenário de Dorival Caymmi no Sesc Vila Mariana ! Que venham
outros tantos!!
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Flip Retrô
Ao Robert Crumb, desejo que se afogue na piscina do Tio Patinhas
Fernando Soares Campos
(...)
Mas o que disse mesmo o Robert Crumb, convidado especial da Flip, Festa literária Internacional de Paraty?
Ele falou, com todas as letras, que sente vergonha de ser estadunidense, ao assegurar que seu país se tornou um estado corporativo fascista, "o pior do mundo".
Acontece que Crumb é cartunista, um dos mais famosos do mundo. Um indivíduo que sempre teve oportunidade de criticar as ações de seus governantes e instituições, falando para milhões de pessoas de todo o mundo através de sua arte; isso desde os anos 1950. Nunca o fez, ou eu nunca soube que o tivesse feito. Mas somente agora a gente pôde ouvir esse “desabafo” do estadunidense bom de traço e, a meu ver, chinfrim de idéias. Longe, muito longe, de vir a ser um Henfil.
Crumb diz que, se os Estados Unidos fossem “uma de suas personagens”, a ilustração não teria um aspeto muito agradável, depoimento registrado em reportagem da estatal Agência Brasil. (...) "Teria uma cara feia, porque Estados Unidos tornaram-se um estado corporativo fascista, o pior do mundo. Obama tem boas intenções, mas não acho que possa fazer muito para mudar as coisas por lá, devido a que os poderes e as potências que vêm governando aquele país desde faz tantos anos já são parte daquilo”, foi o que afirmou Robert Crumb.
Deus do Céu! Quer dizer que em mais de 50 anos traçando personagens, o cartunista nunca personificou o seu país, mesmo existindo a consagrada figura do Tio Sam? Ora, mas que cartunista é esse? É esse mesmo que vem aqui criticar seus pares ou fazer mea-culpa? Navegou a vida toda em crítica de costumes, que pode ser aplicada a qualquer dos povos submetidos à ditadura hollywoodiana da cultura de massas. Matriz ou quintal, tanto faz como tanto fez.
Crumb vive na França há cerca de vinte anos. Ele qualificou como museu a exposição de suas ilustrações e indicou que "participar desta festa também é estranho. Ainda me vejo como um cartunista, que é sempre omitido pelo mundo literário, uma pessoa que não deve ser levada a sério".
Tudo bem, Crumb, mas aqui no Brasil as políticas voltadas para a cultura ainda são aquelas que apenas tratam das questões de “mercado cultural”. E você é objeto de atração dos incautos, estimulados apenas para o consumo de uma porcaria qualquer que possa render alguma coisa na bolsa de livros. Eles só pensam em grana, nada mais que isso.
“Perguntei a um escritor brasileiro por que eles queriam minha presença aqui e me disse que era uma questão de negócio, já que as editoras estão vendo as histórias em quadrinhos como algo sério e viável”, referiu Crumb, e acrescentou que apesar disso é difícil encontrar editoras que apostem nos quadrinhos.

Acontece que Crumb é cartunista, um dos mais famosos do mundo. Um indivíduo que sempre teve oportunidade de criticar as ações de seus governantes e instituições, falando para milhões de pessoas de todo o mundo através de sua arte; isso desde os anos 1950. Nunca o fez, ou eu nunca soube que o tivesse feito. Mas somente agora a gente pôde ouvir esse “desabafo” do estadunidense bom de traço e, a meu ver, chinfrim de idéias. Longe, muito longe, de vir a ser um Henfil.
Crumb diz que, se os Estados Unidos fossem “uma de suas personagens”, a ilustração não teria um aspeto muito agradável, depoimento registrado em reportagem da estatal Agência Brasil. (...) "Teria uma cara feia, porque Estados Unidos tornaram-se um estado corporativo fascista, o pior do mundo. Obama tem boas intenções, mas não acho que possa fazer muito para mudar as coisas por lá, devido a que os poderes e as potências que vêm governando aquele país desde faz tantos anos já são parte daquilo”, foi o que afirmou Robert Crumb.
Deus do Céu! Quer dizer que em mais de 50 anos traçando personagens, o cartunista nunca personificou o seu país, mesmo existindo a consagrada figura do Tio Sam? Ora, mas que cartunista é esse? É esse mesmo que vem aqui criticar seus pares ou fazer mea-culpa? Navegou a vida toda em crítica de costumes, que pode ser aplicada a qualquer dos povos submetidos à ditadura hollywoodiana da cultura de massas. Matriz ou quintal, tanto faz como tanto fez.

Tudo bem, Crumb, mas aqui no Brasil as políticas voltadas para a cultura ainda são aquelas que apenas tratam das questões de “mercado cultural”. E você é objeto de atração dos incautos, estimulados apenas para o consumo de uma porcaria qualquer que possa render alguma coisa na bolsa de livros. Eles só pensam em grana, nada mais que isso.
“Perguntei a um escritor brasileiro por que eles queriam minha presença aqui e me disse que era uma questão de negócio, já que as editoras estão vendo as histórias em quadrinhos como algo sério e viável”, referiu Crumb, e acrescentou que apesar disso é difícil encontrar editoras que apostem nos quadrinhos.
(Para ler artigo completo, clique no título)
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Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons
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PressAA
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