A GUILHOTINA EXPLICA O REGIMENTO AOS LINCHADORES
Contra a fúria condenatória de Barbosa, exaltada pela mídia, o ministro Celso de Mello, um dos mais vorazes algozes dos réus da AP 470, lembrou que "o processo penal e os tribunais são, por excelência, espaços institucionalizados de defesa e proteção dos réus contra eventuais excessos da maioria, ao menos, Senhor Presidente, enquanto este Supremo Tribunal Federal, sempre fiel e atento aos postulados que regem a ordem democrática, puder julgar, de modo independente e imune a indevidas pressões externas, as causas submetidas ao seu exame e decisão". Foi ao fígado do ministro Gilmar Mendes, o que mais vociferou para tentar acuá-lo, tanto na corte quanto nos jornais. Contra o argumento de que o Congresso Nacional, que tem a prerrogativa para legislar sobre processo penal, nunca havia se manifestado sobre a validade dos embargos infringentes, apresentou os fatos: em 1998, o então presidente Fernando Henrique Cardoso enviou ao legislativo um projeto de lei que propunha a extinção do recurso no STF e foi derrotado, conforme antecipou Carta Maior na matéria "Congresso foi favorável aos infringentes. E Gilmar Mendes sabia". Teve a delicadeza de não lembrar que o hoje ministro do STF era, à época, subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil de FHC e, portanto, estava mais do que ciente dos pormenores da estratégia derrotada.(por Najla Passos, de Brasília; leia a íntegra da reportagem nesta pág)
Colunistas| 17/09/2013 |

DEBATE ABERTO
‘Opinião pública’ ou ‘opinião da grande mídia’?
No caso da Ação Penal nº 470, parece que juízes do Supremo Tribunal Federal, também consideram que a opinião da grande mídia teria que ser levada em conta, não apenas por ser a mediadora ou “refletora” da opinião pública, mas por ser a própria opinião pública.
Venício Lima
Colunistas| 17/09/2013 |

DEBATE ABERTO
Embargos vão gerar impunidade?
Não é verdade que o caso mensalão vá ser “melado” e que “tudo” vai para a impunidade, como a mídia ideologicamente podre está dizendo e assustando todo mundo, sobretudo os que ignoram o funcionamento da Justiça e o que já aconteceu até aqui no mensalão.
Luiz Flávio Gomes
Eduardo Campos põe seu bloco na rua
Eduardo Henrique Accioly Campos [AA: Também conhecido como Eduardo Mãos de Tesoura] (Recife, 10 de agosto de 1965) é um economista e político brasileiro.
Exerceu mandatos de Deputado Estadual, Deputado Federal, Secretário da Fazenda de Pernambuco e Ministro da Ciência e Tecnologia. Atualmente é Governador de Pernambuco e Presidente do PSB.
Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.1 É apontado como possível candidato à presidência da república em 2014.
_______________________________________(re)Leia também...
Celso de Mello é a última tentativa de legitimar o enforcamento
dom, 15/09/2013 - Atualizado em 16/09/2013
Não se iludam com Celso de Mello.
Suas atitudes mais prováveis serão:
(...)
Com isso, se dará um mínimo de legitimidade às condenações.
Celso de Mello é um garantista circunstancial, apenas a última tentativa de legitimar um poder que perdeu o rumo.
A deslegitimação do STF
Para entender melhor o jogo. Leia mais »
_______________________________________________________________________________Nossa sugestão continua de pé...
Quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Superlotação dos Presídios!
ASSASSINO DE JORNALISTA
Pimenta Neves vai para o regime semiaberto
De...
Informativo assinado por 111.900 comunicadores
...para a PressAA...
COM NOVO DONO...
Rede Bom Dia deixa jornalistas em aviso prévio
| ||
O PRÍNCIPE DA PRIVATARIA Senhor X apareceu meses antes da publicação do livro MINISTRO CELSO DE MELLO “Judiciário não pode se contaminar pela opinião pública” "CORTA ´PRA´ MIM" Record confirma edição de sábado do ´Cidade Alerta´ ´BOLETIM DE OCORRÊNCIAS´? SBT muda mais uma vez nome de novo telejornal REGIONALIZAÇÃO DE CONTEÚDO Rádio Globo tira ‘Show do Antonio Carlos’ de São Paulo |
Wiki-PressAA...
Antônio Carlos (Rio de Janeiro, 9 de Junho1 de 1937) é um radialista brasileiro. Trabalha na Rádio Globo do Rio de Janeiro.
Antônio Carlos começou sua carreira fazendo um teste na Rádio Nacional no final dos anos 50, foi reprovado oito vezes. Depois da nona tentativa foi aprovado. Depois trabalhou na Rádio Tupi e na TV Tupi, e em 1987 foi para a Rádio Globo onde até hoje comanda o programa Show do Antônio Carlos das 6 às 9 da manhã. Antônio Carlos é chamado de "O despertador do Brasil". 2 . em 2012, foi homenageado pela escola de sa samba Acadêmicos de Santa Cruz3 .
O radialista comanda um bloco de carnaval de rua no Rio de Janeiro, o Bloco do Show do Antônio Carlos, onde são tocadas diversas marchinhas de carnaval. Em 2013 foi lançado um CD com algumas das marchinhas do bloco.
Antônio Carlos também comanda uma festa de São Cosme e Damião no mês de Setembro. A festa costuma ocorrer nos entornos da Rádio Globo Rio, no bairro da Glória.
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Na edição de terça-feira (17), falamos da "New Geopolicália da Grand
Sant'Ana", no
Sertão das Alagoas. Hoje o nosso correspondente João TNT, diretamente de uma
reserva de caatinga, nos enviou nota, publicada no Portal Maltanet, informando
sobre o decreto do governador Teotonio Vilela Filho, o qual institui a Região
Metropolitana do Médio Sertão, também conhecida como Grand Sant'Ana, unindo
todos os currais da região em um só Latifúndio Eleitoral, a fim de facilitar a
penetração de "novos" políticos; gente como, por mau exemplo, Givaldo Carimbão, deputado
federal que fez Romário pagar o maior mico, desfilando em cima de um
caminhão pela cidade, como uma espécie de pentacampeão de votos....
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No blog da redecastorphoto...
19.09.2013
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Genocídio cometido pelos falangistas (direita) libaneses e sionistas de Israel |
Trinta e um anos atrás, mais de 3 mil palestinos foram mortos nos campos de Sabra e Chatila, em Beirute, onde viviam como refugiados desde a fundação de Israel em terras palestinas, em 1948. Até hoje não houve punição aos responsáveis pela chacina: o Partido Falangista libanês e os sionistas israelenses
Por [*] Baby Siqueira Abrão
Em setembro de 1982 o Líbano vivia uma situação política tumultuada, de guerra civil. Facções religiosas e partidos políticos libaneses e da Síria - país ao qual o Líbano esteve anexado até 1943, sob domínio colonial francês - promoviam atentados; a Organização pela Libertação da Palestina (OLP), à época fazendo resistência armada à tomada de seus país pelos sionistas europeus, estava sediada em território libanês; o exército israelense invadira o Líbano em junho de 1982, com sua habitual violência, e instalara bases operacionais em vários locais, incluindo a capital, Beirute.
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Bachir Jemayel |
Israel dava apoio político e logístico à Falange, partido nacionalista da direita libanesa que mantinha um braço armado também apoiado pelas autoridades israelenses. Com os sionistas na retaguarda, a Falange conseguiu levar seu principal líder, Bachir Jemayel, à presidência do Líbano. Nove dias antes de assumir, porém, Jemayel foi morto num atentado promovido, de acordo com a Falange, por forças sírias de inspiração nazista.
Ariel Sharon, então ministro da Defesa de Israel, reuniu-se com a família de Jemayel dois dias antes do massacre de Sabra e Chatila para conversar sobre a necessidade de o partido vingar-se do assassinato. A revelação foi publicada pela revista Time de 21 de fevereiro de 1983, sob a alegação de que integrava o Apêndice B do relatório final da Comissão Kahane, que investigou a matança de Sabra e Chatila e considerou o ministro "indiretamente" culpado pela ação. Sharon processou a Time, mas a revista manteve a veracidade da informação, dizendo que se enganara apenas quanto à fonte da notícia.
A reunião entre Sharon e a família Jemayel, porém, foi mero protocolo. O ataque aos campos de refugiados de Sabra e Chatila, vizinhos um do outro, já estava acertado. As autoridades sionistas tinham conseguido expulsar dali os membros da OLP, o que deixou a população sem proteção alguma. Por isso seria muito fácil atacá-la. Aquelas pessoas desarmadas não ofereceriam nenhuma resistência, como de fato não ofereceram.
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Ariel Sharon |
A participação do exército israelense no massacre foi comprovada. E, como ele é subordinado ao Ministério da Defesa de Israel, o ministro à época, Ariel Sharon, não teve como escapar da responsabilidade pelo crime. Mas escapou da punição. Depois de intermináveis idas e vindas na Justiça da Bélgica - país que permitia o julgamento de estrangeiros acusados de crimes de guerra, e a cujos tribunais 23 sobreviventes do massacre apelaram - o caso foi encerrado.
Por quê? Em entrevista a esta jornalista em 2012, o professor Franklin Lamb, diretor das organizações Americans Concerned for Middle East Peace [Estadunidenses interessados na paz para o Oriente Médio] e The Sabra Shatila Foundation and Palestine Civil Rights Campaign afirmou que o encerramento se deveu “à pressão de Israel, por meio de Donald Rumsfeld, então secretário de Defesa dos EUA. Ele ameaçou tirar de Bruxelas o quartel-general da OTAN se o caso fosse adiante”. Rumsfeld foi secretário de Defesa dos governos Gerald Ford e George W. Bush, teve papel destacado na “guerra ao terror” - que eliminou grande parte dos direitos civis dos cidadãos dos EUA, promoveu guerras contra o Afeganistão e o Iraque e ameaça o mundo até hoje - e foi um dos fundadores do PNAC, o Project for the New American Center, think tank neoconservador de inspiração sionista que no final dos anos 1990 elaborou um plano, ainda em execução, para manter o domínio do mundo nas mãos dos Estados Unidos.
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Ellen Siegel |
O massacre de Sabra e Chatila indignou também os israelenses. Mais de 400 mil deles foram às ruas protestar, obrigando Sharon a renunciar a seu posto de ministro da Defesa. Ele, porém, logo depois voltaria à política, como primeiro-ministro. Em 2006, segundo a versão oficial, sofreu um AVC e desde então encontra-se internado, em coma.
O drama vivido pelos moradores de Sabra e Chatila - a maioria palestinos, mas também libaneses e imigrantes pobres de outras nacionalidades - e a ativa participação dos soldados israelenses ficaram registrados nos relatos dos sobreviventes e de outras pessoas que, de um modo ou de outro, testemunharam a chacina, como a enfermeira estadunidense, Ellen Siegel, o jornalista inglês Robert Fisk, então sediado em Beirute como correspondente no Oriente Médio do jornal The Independent, a modelo Debbie Jackson e os próprios soldados israelenses que participaram da ação e que relatam suas experiências no filme Valsa com Bashir.
Fui atrás de alguns desses testemunhos para dar ao leitor uma ideia do que foram aqueles trágicos dias de 1982 - do ponto de vista de quem sobreviveu para contá-los. É estarrecedor, e vem a seguir.
[*] Baby Siqueira Abrão é jornalista, tradutora, escritora e pós-graduada em filosofia, é correspondente dos veículos Brasil de Fato e Carta Maior no Oriente Médio, além de ativista por direitos humanos e justiça social. É autora de dois livros sobre história da filosofia, para as editoras Moderna e Ática. Eventualmente colabora com a redecastorphoto.
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O Pravda publicará a matéria, que é grande, em três partes. Esta é a introdução, que indica, de maneira resumidíssima, o contexto em que se deu o massacre de Sabra e Chatila. A segunda parte é uma tentativa de reconstruir alguns momentos decisivos da tragédia, dia a dia, com base nos depoimentos de alguns sobreviventes, inclusive os que testemunharam no tribunal belga que julgou o caso. Se qualquer leitor tiver mais informações, por favor, envie, para que possamos, no ano que vem, apresentar um relato ainda mais completo desse que foi mais um atentado contra o povo palestino.
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Leia também...
Praça pública para crianças palestinas
(...)
O Embaixador do Brasil nos territórios palestinos ocupados, Arnaldo Carrilho, em matéria do jornal carioca O Dia, confirma: “O Kais tem razão. Não há parques infantis nos territórios Palestinos ocupados ilegalmente por Israel há 40 anos”.
A comunidade no Orkut tem o título de “Praça p/crianças palestinas”, visite-nos:
E...
Será construída a praça para as crianças palestinas
Pena so que nao poderemos palpitar em nada, e nem colocar o nome de Praca Brasil, mas o que valeu foi nossa intencao.
Nosso muito obrigado a todos q participaram.
Nosso muito obrigado a todos q participaram.
E se a comunidade continuar, mais p frente colocarei fotos dela pronta.
Allah maakon."
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Parabéns, Kais Ismail!
Parabéns aos membros da comunidade e a todos que contribuíram ou simplesmente torceram pelo sucesso da campanha.
Parabéns às crianças palestinas, as quais merecem prêmio ainda maior: a Paz.
Essa semana comecaram a obra!!!! A primeira praca publica na Palestina. Foram atras e conseguiram a verba, nao tenho certeza, mas acho q foi a UNICEF quem bancara a praca. Depois q nos afastamos da prefeitura, ficaram eles mesmos interessados na construcao da mesma. Parece q o Kais esta querendo acabar com a comunidade. Mesmo se esse for o desejo dele, aviso a todos que Silwad tera sim a praca tao sonhada. Apresentamos o projeto p a prefeitura, e a engenheira de la, ate chegou a desenhar a praca. A ideia surgiu dele, consegui o terreno q custava em torno de 150 mil dolares e precisavamos de mais 150 mil p a construcao. Nosso amigo Kais sonhava com essa praca p as criancas e fez o possivel e o impossivel p ela ser realizada. Para todos que participaram da comunidade desde o inicio, viram nossos sonhos na construcao dessa praca. Pois realmente em toda a Palestina nao tem uma so praca publica, so mesmo em Israel.
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Ilustração: AIPC – Atrocious International
Piracy of Cartoons
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PressAA
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