terça-feira, 26 de agosto de 2014

O voo de Marina, de 13 de agosto a 5 de outubro --- ANAC faz blitz: "Encosta o jatinho, mãos na cabeça, documento na mão" --- Programa Eleitoral - campeão de audiência na TV --- Marina não gosta de partidos políticos, prefere uma rede de doadores de campanha

.

_______________________________________________________________________________

Ibope diz que nota de Lauro Jardim [da (in)Veja] sobre pesquisa é especulação


26 de agosto de 2014 | 14:39 Autor: Fernando Brito
O Ibope acaba de mandar um esclarecimento às redações dizendo que se trata de “especulação” a nota publicada há pouco pelo colunista Lauro Jardim, sobre o suposto resultado da pesquisa Ibope que será divulgada hoje à noite.
Diz Jardim na nota desmentida pelo Ibope:
“A pesquisa mostrará Dilma Rousseff entre 31% e 32%, Marina entre 27% e 28% e Aécio Neves entre 18% e 20%.
No segundo turno, Marina aparecerá com dois dígitos à frente de Dilma.”
Aécio “entre 18 e 20%” parece-me ser uma espécie de “assinatura” da fonte de Lauro.
Gente que está atucanada com a perda, esta sim definitiva, das chances de ir ao segundo turno, salvo se a mídia resolver detonar Marina, o que não creio que vá acontecer.
As especulações, aliás, estão rolando soltas e o mercado festeja qualquer coisa que não seja Dilma.
Mas a Bolsa, que costuma saber mais deste tipo de intriga que os jornalistas, depois de um sobe-e-desce, está andando de lado, com alta de 0,34%, em linha com Nova York.
Por lá, não há ninguém soltando foguetes.
(A verdade vai vencer a mentira)

Marina não era responsável pelo jatinho. 

Mas passou a ser, agora, cúmplice do 

“ah, o papel sumiu”


26 de agosto de 2014 | 12:56 Autor: Fernando Brito
Hoje, mestre Janio de Freitas diz, em seu artigo na Folha, que Marina não teve, ao que tudo indica,  responsabilidade pessoal no arranjo que deu a Eduardo Campos dois aviões ilegalmente mantidos pela Bandeirantes Companhia de Pneus: “a composição que a comprometeu com a campanha foi muito posterior à inclusão do jato nas atividades de Eduardo Campos e do PSB”.
Janio, além das informações que sustentam essa sua afirmação, tem razão. E, correto como é, aponta a desfaçatez de Aécio Neves em cobrar explicações, quando ele próprio as retardou e deu, de forma, insustentável, ao aeroporto que mandou fazer com dinheiro público para uso privado.
“há uma resposta simples, que não precisa de tempo algum: “eu não sabia de quem era o avião, Eduardo não me disse” ou “Eduardo me disse que pertencia a fulano”.Pronto, assunto encerrado: a senhora poderia não saber ou ter apenas a informação que o cabeça de chapa lhe deu sobre o avião. Ninguém esperaria que Marina  fosse pedir a nota fiscal a ele antes de embarcar.”
À medida em que não deu respostas simples assim e, pior, não as exigiu dos dirigentes da, agora, sua própria candidatura, passou a uma atitude de cumplicidade com o que há de imoral, além de ilegal, nesta história.
Porque ela, Marina Silva, é beneficiária política de uma tragédia e ela própria uma das artífices da entronização de Eduardo Campos como “mártir” da nova e moralizadora política.
O novo tesoureiro de sua campanha, Márcio França, acaba de debochar do país ao dizer que pode não haver documentos a provar de quem era o jatinho, porque “os papéis estavam no avião”.
França deveria ter amanhecido fora do cargo de homem de confiança do dinheiro de campanha, no mínimo.
Mas  se lê em O Globo  que, de fato, é com isso que se trabalha para dar “a devida base legal” ao que é ilegal:
“Dirigentes do partido dizem que há duas possibilidades para o comitê não ter prestado contas do avião na primeira parcial entregue à Justiça Eleitoral no dia 2: ou Campos teria feito um “acordo de boca” com os empresários que puseram a aeronave à sua disposição ou o contrato com os termos de uso estava dentro do avião no momento do acidente.” 
E encerraram o CNPJ do comitê financeiro, para que mais não haja, como se isso resolvesse a questão moral e, mesmo, a legal.
Ora, à parte a inequívoca responsabilidade solidária  legal – na lei eleitoral e  nas leis financeiras e tributárias – como vice de Eduardo Campos, poder-se-ia alegar, de fato, que politicamente Marina  estava fora do caso do avião.
Mas já não está, porque age – ao menos, até agora – com omissão e cumplicidade com o que já sabe ser a busca de artifícios – e sabe-se lá de que falsificações de documentos – para justificar uma ilegalidade e uma imoralidade.
E o faz em benefício próprio,  para obter vantagem.
E isso, infelizmente, acaba sendo a descrição mais eloquente de caráter de uma pessoa que busca amealhar o voto dos brasileiros apresentando-se como a personificação da ética e apta a dirigir um país de 203 milhões de habitantes.
Ética é para os outros, quando convém. Para si, basta um ar humilde e compungido?
_______________________________________________________________________________

Nika Funari compartilhou a foto de Aninha Ornellas.

Documento de avião você carrega no avião. Se estava no avião, já não existe mais", afirmou um deputado do PSB. " kiakaiaaki.
SÓ ME DIGAM: 
SE EU PERCO OS DOCUMENTOS DO MEU CARRO, EU TB. PERCO O CARRO?

SE EU PERCO OS MEUS DOCUMENTOS PESSOAIS EU DEIXO DE EXISTIR? 
Me ajuda aí amigos Wagner Eckstein, Irineu Casemiro Pereira, Eliana Manetta, Marlene Senna, Willy Shake Spirro, Fernando Soares Campos, Ronaldo Sanches Trovão, Marcelo Eustáquio Oliveira, Cleide Portella, Francisco Alves Barbosa Barbosa, Anselmo Bastos, Giovane Morais, Eneri Barbos, Eduardo Oliveira e os demais amigos.

SOMOS TODOS BURROS?????????
Documento de avião você carrega no avião. Se estava no avião, já não existe mais", afirmou um deputado do PSB. " kiakaiaaki
  • Fernando Soares Campos Realmente, Nika, isto aí é menosprezar a inteligência de toda a população brasileira. Dizer: "Documento de avião você carrega no avião. Se estava no avião, já não existe mais".

    Escafedeu-se, pronto, fica por isso mesmo, ninguém tem que perguntar mais nada. Você acredita que alguém diria isso? Eu não acreditava até que disseram. Foi o deputado Marcio França (PSB/SP).

    Isso quer dizer que a ANAC agora faz blitz nas nuvens. Se o piloto não tiver com o Certificado de Registro de Licenciamento do Avião (CRLA), Carteira Nacional de Habilitação AÉREA (CNHA), o brevê, a apólice de seguro da aeronave e o manual do usuário, pode ser multado.

    E se o avião cair, virar pó, ninguém saberá jamais quem era o verdadeiro dono, pois tais documentos são adquiridos no escritório de um despachante na 25 de Março, em São Paulo. Eles geralmente têm filiais em todo o Brasil.

    Depois de aeroporto ilegal e imoral, agora temos avião fantasma.

    Assim fala esse pessoal do PS(D)B...

  • Confira o que o deputado do PSB falou, tirando, inclusive, o de Marina da reta...
    http://www.brasil247.com/.../PSB-debocha-do-Pa%C3%ADs...


  • Nika Funari Amigo, rezo para alguém que tiver uma Mercedes aqui perto de casa perder os documentos pq.. assim posso ir lá e pegar pra mim. rsrsrs Somos todos ignorantes pra eles.

  • Willy Shake Spirro mas os anti PT nem comentam isso. ficam enchendo o saco da gente imaginando que mudaremos nosso voto assim como eles viram casaca de acordo com seus interesses próprios



Receita cobra Itaú por R$ 18,7 bilhões em tributos por fusão com Unibanco - 
G1 Reuters

03/02/2014

Banco foi autuado em agosto do ano passado pelo Fisco.

Instituição irá recorrer da decisão e considera 'remoto' risco de perder. --- O Itaú Unibanco divulgou ao mercado nesta segunda-feira (3) que foi intimado na quinta-feira (30), pela Receita Federal, a pagar R$ 18,7 bilhões em impostos relacionados à fusão com o Unibanco, que originou o maior banco privado do país, em 2008./// [As más línguas andam dizendo que, se Marina for eleita (toc toc toc), essa dívida será perdoada, engavetada... Um Proerzinho por fora!]

LEIA COMPLETO....http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2014/02/receita-intima-itau-sobre-autuacao-de-r-187-bi-sobre-fusao-com-unibanco.html

Foto: Receita cobra Itaú por R$ 18,7 bilhões em tributos por fusão com Unibanco - G1  Reuters
03/02/2014

Banco foi autuado em agosto do ano passado pelo Fisco.

Instituição irá recorrer da decisão e considera 'remoto' risco de perder. --- O Itaú Unibanco divulgou ao mercado nesta segunda-feira (3) que foi intimado na quinta-feira (30), pela Receita Federal, a pagar R$ 18,7 bilhões em impostos relacionados à fusão com o Unibanco, que originou o maior banco privado do país, em 2008./// [As más línguas andam dizendo que, se Marina for eleita (toc toc toc), essa dívida será perdoada, engavetada... Um Proerzinho por fora!]

LEIA COMPLETO.... http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2014/02/receita-intima-itau-sobre-autuacao-de-r-187-bi-sobre-fusao-com-unibanco.html

  • Programa Eleitoral - campeão de audiência na TV


    Jornal Nacional registrou índices negativo histórico nesta sexta (22)

    Paulo Teixeira
    Desconfie quando alguém disser que ninguém vê programa eleitoral, que ele não serve para nada, que basta o primeiro candidato abrir a boca e o brasileiro já troca para a TV a cabo. Segundo o Ibope, a audiência é alta, maior do que qualquer outra atração da TV. A soma dos televisores ligados nele nos diversos canais que o transmitem, em ambos os horários de exibição (na hora do almoço e à noite), ultrapassa 46 pontos de audiência, mais do que o registrado nos capítulos finais de muitas novelas. Este gráfico mostra o Ibope da última quarta-feira (20/8), segundo dia de transmissão do horário eleitoral. Desse jeito, não vai ter assunto mais quente na padaria, no bar, na academia, no cabeleireiro. Nós que lutamos por um Brasil mais justo queremos mais é que você assista aos programas. Quem compara percebe que, neste ano, não tem pra ninguém. É Dilma lá e Padilha aqui. #MaisMudança #VotoPraValer #PauloTeixeira1398

    *****

    AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

    sábado, 23 de agosto de 2014

    No ar há mais de 40 anos na grade de programação da Globo, o "Jornal Nacional" atingiu nesta sexta-feira (22) a pior média de audiência desde o seu lançamento. As informações foram divulgadas no site “TV Foco”

    O noticiário comandado por William Bonner e Patrícia Poeta amargou 15,6 pontos de média.

    Nesta sexta-feira (22), é a pior audiência de sua história.

    O Jornal Nacional, teve 17 de pico e 27,1% de participação. No horário, o SBT ficou na vice-liderança com 8,8, e a Record apareceu em terceiro com 6,8 pontos.

    Os dados são prévios e podem sofrer alterações no consolidado. Cada ponto equivale à 65 mil televisores sintonizados na Grande São Paulo.


    Foto: Programa Eleitoral - campeão de audiência na TV

Jornal Nacional registrou índices negativo histórico nesta sexta (22)

Paulo Teixeira
Desconfie quando alguém disser que ninguém vê programa eleitoral, que ele não serve para nada, que basta o primeiro candidato abrir a boca e o brasileiro já troca para a TV a cabo. Segundo o Ibope, a audiência é alta, maior do que qualquer outra atração da TV. A soma dos televisores ligados nele nos diversos canais que o transmitem, em ambos os horários de exibição (na hora do almoço e à noite), ultrapassa 46 pontos de audiência, mais do que o registrado nos capítulos finais de muitas novelas. Este gráfico mostra o Ibope da última quarta-feira (20/8), segundo dia de transmissão do horário eleitoral. Desse jeito, não vai ter assunto mais quente na padaria, no bar, na academia, no cabeleireiro. Nós que lutamos por um Brasil mais justo queremos mais é que você assista aos programas. Quem compara percebe que, neste ano, não tem pra ninguém. É Dilma lá e Padilha aqui. #MaisMudança #VotoPraValer #PauloTeixeira1398

*****

AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

sábado, 23 de agosto de 2014

No ar há mais de 40 anos na grade de programação da Globo, o "Jornal Nacional" atingiu nesta sexta-feira (22) a pior média de audiência desde o seu lançamento. As informações foram divulgadas  no  site “TV Foco”

O noticiário comandado por William Bonner e Patrícia Poeta amargou 15,6 pontos de média.

Nesta sexta-feira (22), é a pior audiência de sua história.

O Jornal Nacional, teve  17 de pico e 27,1% de participação. No horário, o SBT ficou na vice-liderança com 8,8, e a Record apareceu em terceiro com 6,8 pontos.

Os dados são prévios e podem sofrer alterações no consolidado. Cada ponto equivale à 65 mil televisores sintonizados na Grande São Paulo.

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/08/jornal-nacional-registrou-indices.html
    • Zilda Pavão Ótimo!

    • Sergio Malta OBSERVAÇÃO MUITO IMPORTANTE, FERNANDO! ABRAÇOS!

    • Marisa Vasques BOM DEMAIS!

    • Espero que o horário eleitoral atinja índices maiores, isto 
      é muito bom para nossa sofrível e ainda frágil democracia, quanto a Globo, quero mais é que ela se exploda.
    • Jacques Chaban Felicíssimo com essa informação Fernando. Acho que as pessoal, de uma 
      maneira geral, estão insatisfeitas com os canais de TVs e suas parcialidades.
    • Ronei Basso · Amigo(a) de Ivo Miranda Gomes
      Devemos boicotar todos os programas da Globo. 
      Somente assim podemos tirar-lhe as vantagens que têm.
    • Nika Funari Ótima observação amigo, espero que as pessoas tome consciência para sempre referente a 
      globo que é um lixo.
    • Alessandro Sobolewski de Lima As pessoas viram as grandiosas obras da Dilma no lugar do JN. Terrível.

    • INDIGNAÇÃO !! É O TEMOR CERTO . FIQUEI 
      PASSANDO MAL ! .O BONNER INTERROMPEU " 22 " vezes !!!!!!!!!!! - FALTA de EDUCAÇÃO !!!!!!!!

    • Liza Ingwersen Fernando Soares Campos obgda pelo aporte como sempre vc dá showwwwww amigo, td 
      mundo aqui concorda que vc é um dos nossos melhores combatentes, incansável e super competente, parabéns meu querido amigo 


Programa eleitoral pela reeleição da presidenta Dilma Rousseff

PT DILMA 21-08-2014

Assista e compartilhe...
https://www.youtube.com/watch?v=pGhiptYBzRY#t=57

Foto: Programa eleitoral pela reeleição da presidenta Dilma Rousseff

PT DILMA 21-08-2014

Assista e compartilhe...
https://www.youtube.com/watch?v=pGhiptYBzRY#t=57
_______________________________________________________________________________



Marina come do fruto da demonização da política, por Francy Lisboa

Nesses períodos que antecedem a campanha eleitoral, até mesmo argumentos de que a mídia não tem nada a ver com a demonização do PT começam a surgir em comentários de pessoas ditas “progressistas”. Percebe-se que a votação não será baseada em partidos, mas sim no candidato, pelo menos no caso de Dilma e Marina.
As chamadas jornadas de Junho de 2013 foram exaustivamente analisadas como descontentamento com a política e nesse vácuo oportunistas começou gerar o discurso de pairar acima da atividade mais básica de uma sociedade:  a Política.
O falecido Eduardo Campos e sua vice por conveniência, e hoje forte candidata, Marina Silva, começaram mal. Não há nenhuma contribuição consistente de quem nega os partidos e a atividade política. Apresentar-se como novo colocou Marina a mercê de todas as analises buscando as contradições e elas aparecem aos berros.
Esse primarismo político talvez explique o porquê ela é comparada ao ex-presidente Fernando Collor. Erundina, hoje coordenadora da campanha de Marina Silva, já havia dito que Marina Silva deseduca  ao negar a política.
A verdade, Marina apenas surfa na demonização que se tornou mais intenção pela incapacidade da imprensa em viver ideologicamente em paz com o Partido dos Trabalhadores. Como está fácil não ter propostas para o Brasil, pois mesmo o PT mostrando em sua propaganda que nem tudo é caos como alguns apontam, é possível votar em quem só trabalha na base dos clichês.
(Para ler completo, clique AQUI)
__________________________________________
Luiza Erundina falando de Marina:
[Marina Silva] ...é uma pessoa que entra no senso comum da sociedade do ponto de vista de negar a política, de negar partido, tanto é "rede", não é partido, eu acho que isso desorganiza a política, deseduca politicamente... Não há política, não há democracia sem partidos...
(Assista completo)

Marina desorganiza e deseduca a sociedade - diz Luiza Erundina PSB (SP)
_______________________________________________________________________________


PSB escolhe Luiza Erundina para coordenar campanha de Marina Silva


21/08/2014 

Ex-prefeita de São Paulo foi 'designada' para o cargo, diz nota do partido.
Carlos Siqueira, coordenador de Campos, deixou o posto nesta quinta.





08.10.2013
"Rede Sustentabilidade - um partido p
olítico ou uma ONG politiqueira?
No plano político-partidário, podemos sim admitir que Marina Silva prefira que seu "partido" seja assimilado pelo eleitorado como sendo uma ONG. Isso por um motivo fundamental: porque, em nosso País, o exercício das atividades essencialmente políticas vem sendo deliberadamente desmoralizado por políticos que estão há muito tempo desacreditados, desmascarados, gente que, quando já não consegue sustentar a canastrona representação  do papel de vestal, tenta fazer  a população enxergar qualquer político como um político qualquer, e uma instituição como o Congresso Nacional passa a ser vista como o "antro" em que  todos os políticos estariam comungando com as mesmas más intenções e credos profanos. Até "confraternizando-se" pela absolvição de corruptos. Apesar de ainda sustentarem a farsa de que são "menos piores", querem que acreditemos que "todos são igualmente canalhas" e até vão além disso: tentam fazer os infelizes eleitores crerem que a canalhice é um instrumento "natural", do tipo "os fins justificam os meios"."
(Para ler completo, clique AQUI) 
______________________________________________________________________________________________________


Comentário da redecastorphoto:

Complementando a DECLARAÇÃO abaixo do nosso insigne correspondente ADRIANO BENAYON solicitamos a leitura dos postados: 


De: Adriano Benayon 

Comunicado aos co-filiados do PSB, amigos e leitores,

Há alguns anos, sou filiado ao PSB, em que ingressei, tendo tido a honra de ter tido minha ficha assinada pelo competente e digno Carlos Siqueira.

Sem solidariedade social e sem aspiração de independência nacional, socialismo é apenas uma palavra falsa.

Assim, diante do fato de que o PSB adotou a candidatura da Sra. Marina Silva à presidência da República, declaro que não votarei na candidata do partido.

Não estamos, senão formalmente, em regime democrático, haja vista a urna eletrônica absolutamente inconfiável, e  a influência nas eleições do poder econômico concentrado e da desinformação em massa, a cargo da grande mídia, a serviço dos interesses imperiais. Meu voto, pois, tem peso ínfimo. 

Mas para mim é importante declará-lo.

No 2º Turno, entre Dilma e Marina, sua provável concorrente, já que Aécio é fraco eleitoralmente e deverá ser preterido pelos imperiais, GAFE, PIG etc., penso que o PSB deveria apoiar a atual presidente, mediante compromissos de eliminação das políticas de juros altos, subsídios às montadoras estrangeiras e a outros concentradores, abandonar o tripé do FMI, intensificar as relações com os BRICS e com o MERCOSUL.

Devo concitar outros membros do PSB a pedir às lideranças do partido não persistirem no grave erro de se terem associado a uma certa rede ou teia, comprometida com interesses contrários aos de nosso País.

Errou o falecido Eduardo Campos ao entrar nessa associação, como erraram os que o acompanharam nesse passo.

Pior ainda foi, após a morte dele, apoiar a candidatura da Sra. Marina, sob pressão dos elementos mais entreguistas da coligação, como os Srs. Roberto Freire, Jarbas Vasconcellos et alli.

Mas o importante e recomendável é reconhecer os erros e fazer o possível para desfazê-los e/ou reduzir-lhes as consequências.

A prioridade então é dissociar-se da Rede e de D. Marina, pois essa aliança significa o fim do PSB como partido e sua identificação como mais uma sigla de aluguel.

Muitos estão ironizando, ao dizerem em relação a D. Marina: “Basta de intermediários. Neca Setúbal para presidente”.

Esses estão alienados da dura realidade, que é pior, pois a oligarquia dos grandes bancos locais é apenas subalterna dos interesses imperiais, tal como seus economistas, da mesma laia que os dos tucanos e ligados ao mega-entreguista FHC. Os críticos, se mais inteirados dos fatos e mais corajosos, deveriam dizer:

“Basta de intermediários. George Soros (ou o príncipe Charles, da família real britânica,  Reino Unido) para Pró-Cônsul do império.”

Saudações a todos e todas,

Adriano Benayon
_________________________________________________

Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons

_________________________________________________

PressAA


.

sábado, 23 de agosto de 2014

O que é pior: uma economia shit ou uma mídia merde? --- Flashback: Renda per capita de Absurdil e Salta um Dry Martini e um Big Mac pra tira-gosto! --- GM planeja investir R$ 6,5 bi em fábricas no Brasil até 2018

.


O que está pior, a economia ou a mídia?

23/08/2014

Por Fábio Jammal Makhul, na Revista do Brasil

Não é improvável um espectador do telejornal noturno ter o sono perturbado com vozes soturnas de apresentadores e analistas. Pelo que se vê e se ouve, não se sabe o que aquele apresentador sério quer dizer com "boa noite". Afinal, a economia do Brasil pode estar à beira da bancarrota. Tampouco se perdoa o "bom dia" do apresentador da manhã, pois os jornais do dia também trarão o apocalipse. Não é para menos.A preocupação com a economia move o dia a dia das pessoas, inclusive as que dormem mais cedo que os jornais noturnos. Ninguém passa um único e escasso dia sem fazer contas. Foi entendendo a importância dessa ciência, nem sempre exata, que o estrategista James Carville, do Partido Democrata, eternizou a frase "é a economia, estúpido!"
Era 1992, e com esse aprendizado Bill Clinton superaria o favoritismo do republicano George Bush, o pai, demonstrando sintonia com as angústias cotidianas dos norte-americanos nesse quesito. Eis o segredo do homem que faria história no Salão Oval da Casa Branca pelos próximos oito anos: saber o que, com quem e por que estava falando.O noticiário econômico cumpre vários objetivos. Um deles, saciar os humores do mercado financeiro, servir de ponte para suscitar apostas nos cassinos da especulação, detectar (ou criar) o clima do ambiente eleitoral, entre outros, inclusive informar de vez em quando. Porém, pelo que algumas pesquisas têm demonstrado, a opinião pública talvez não veja a economia do Brasil como a veem os especialistas.
Pesquisas do Datafolha apuram o índice de confiança do brasileiro em relação ao país. Numa escala de 0 a 200, um levantamento feito no início de julho revelou que a expectativa da situação econômica pessoal é de 160 pontos, sendo um dos "aspectos para os quais os brasileiros demonstram um sentimento positivo acima da média", no relato do instituto. Já a expectativa da situação econômica do país¬ registrou 102 pontos em julho, alta de 6 pontos na comparação com maio. Os eleitores brasileiros também foram consultados sobre a situação econômica pessoal e 48% esperam que ela vá melhorar nos próximos meses. Outros 38% acreditam que ficará como está.
E apenas 12%, que vai piorar. Pela pesquisa, pode-se constatar que há um grande descompasso entre o sentimento positivo do brasileiro com relação à economia e o cenário catastrófico divulgado pela mídia tradicional.
O jornal ou o caixaO comerciante Mário Paixão da Silva, de 46 anos, tem uma pequena loja de roupas no centro do Recife (PE) há mais de 20 anos. E diz que basta conferir as vendas para saber se a economia está bem ou não.
"Você acha que vou acreditar no jornal ou no meu caixa?", brinca, ainda comemorando as vendas que fez durante a Copa do Mundo. "A gente precisa ser criativo e se reinventar a cada dia. Durante a Copa, por exemplo, troquei as tradicionais roupas da vitrine por camisas da seleção ou por peças que privilegiassem o verde e o amarelo. Vendi muito, não posso reclamar. E, nos últimos meses, minhas vendas estão no mesmo patamar dos anos anteriores", diz.Mesma opinião tem a auxiliar de serviços gerais Vilma Silva de Lima, de 57 anos.
O noticiário econômico não é algo que a perturbe, ou atraia. Moradora de um bairro pobre de Camaragibe, região metropolitana do Recife, Vilma diz que as principais preocupações são com a saúde pública e a segurança. "Aliás, nas próximas eleições, vou prestar atenção no que os candidatos vão dizer sobre esses problemas", afirma.Com a aproximação do pleito, a mídia tradicional começa a definir candidatos que querem ajudar ou atrapalhar.
E, diferentemente de quase um quarto do eleitorado, parece não estar indecisa, analisa o jornalista e sociólogo Venício Artur de Lima, professor titular de Ciência Política e Comunicação da Universidade de Brasília (UnB). Ele analisa o comportamento midiático em eleições há três décadas e tem vários livros sobre o tema.Lima avalia que a profusão de informações parciais para privilegiar uns e prejudicar outros dá o tom. "Seguem a mesma conduta das eleições passadas, talvez de forma ainda mais exacerbada."O pesquisador pondera, porém, que o Brasil mudou e o eleitor está mais capacitado e dispõe de meios diversos de informação para decidir o voto.
"Tenho uma visão diferente da que tinha quando comecei a estudar eleições, nos anos 80. As pessoas buscam muito mais informação fora do esquema da grande mídia. É claro que a TV aberta continua sendo a principal fonte de informação, mas as fontes alternativas têm peso muito grande desde 2006", avalia. Isso não significa, observa Lima, que a mídia convencional não seja importante para influenciar comportamentos em longo prazo.
"A percepção das pessoas sobre corrupção e a estigmatização dos partidos ainda é influenciada pela mídia, mas no comportamento eleitoral em si, o peso do que é publicado nos principais jornais, na TV e no rádio diminuiu, graças a meios que antes não existiam", comenta.Pessimismo militanteUsar o jornalismo econômico para fazer política no Brasil é uma estratégia que tem sido bastante criticada por Luis Nassif, jornalista econômico com 45 anos de experiência e organizador do portal GGN.
Para ele, há muitas críticas à condução da política econômica do governo federal e vulnerabilidades que precisam ser enfrentadas - especialmente o desequilíbrio nas contas externas do país. "Mas nada que, nem de longe, se pareça com o quadro pintado nos grandes veículos. Aumentos de meio ponto percentual ao ano nos índices inflacionários são tratados como prenúncio de hiperinflação; acomodamento das vendas do varejo, em níveis elevados, como prenúncio de recessão", comenta.
O que ele chama de "pessimismo militante" compromete a crítica necessária sobre os pontos efetivamente vulneráveis da política econômica e do processo de desenvolvimento do Brasil. "Há uma guerra política inaugurada em 2005, que sacrifica a notícia no altar das disputas partidárias. É evidente que há muito a melhorar no ambiente e na política econômica, mas quem está em crise exposta, hoje em dia, é certo tipo de jornalismo que acabou subordinando os fatos a disputas menores."
O fotógrafo Alexandre Lombardi, de 38 anos, não gosta de generalizar uma má conduta da mídia. Ele não duvida que todo veículo favoreça um lado e prejudique outro. Lê os jornais tradicionais, procura na internet por blogs, fóruns de discussão e mídias sociais com pensamentos diferentes, mas desconfia à esquerda e à direita, e procura consistência:"Gosto da pluralidade de pensamentos", conta Alexandre, que mora em Sorocaba, interior paulista. "A internet deixou tudo muito fácil.
É possível comparar versões. Analiso, converso com os amigos e formo a minha própria opinião. Não tiro conclusões baseadas em uma única fonte", explica. Ele ainda não definiu candidatos para a próxima eleição, mas levará em conta as¬ propostas, inclusive para a economia.Transmitir confiança, credibilidade e consistência, com propostas claras, será o melhor meio de ganhar o voto do eleitor em outubro.
Quem afirma é o publicitário Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto Data Popular - empresa de pesquisa especializada no conhecimento das classes C e D, onde se concentra a maioria dos brasileiros.
"O que vai decidir o voto é a capacidade das candidaturas de entender os problemas reais que o eleitor enfrenta e de oferecer perspectivas de futuro", observa.Para Meirelles, será, antes de tudo, uma eleição sobre o futuro e não de legado. "Os eleitores estão mais preocupados em saber o que vai levar o Brasil adiante e não o que trouxe o país até aqui. Isso -coloca a discussão em outro patamar. Os candidatos devem fazer uma campanha muito mais propositiva em vez de ficar falando do passado", explica.
A queda na credibilidade da mídia, as novas tecnologias da informação e a recente ascensão social no Brasil criaram um novo formador de opinião que terá peso nestas eleições. Trata-se do jovem da classe C. "Esses jovens estudaram mais que os pais, estão mais conectados, contribuem mais com a renda familiar do que o jovem da elite. Ele é provedor de conteúdo em casa e sua opinião vai ajudar a definir o voto da família", afirma Meirelles.
___________________________________________________

(Re)leia também...

Renda per capita de Absurdil

03.08.2010 | Fonte de informações: 

Pravda.ru

 

Fernando Soares Campos – Brasil, janeiro de 2005 

Absurdil era uma republiqueta perdida entre o Atlântico e o Pacífico, lá todos os cidadãos pagavam a mesma taxa de imposto, não importava se o sujeito ganhava uma relíquia (RL$, a moeda corrente de Absurdil) ou mil relíquias, a taxa de imposto era a mesma: 20%.


A distribuição de renda em Absurdil somente podia ser comparada à de certo país sul-americano, pois, dos seus 1010 habitantes, 1000 ganhavam RL$10,00/ano, cada; enquanto os 10 privilegiados cidadãos faturavam RL$10.000,00 anuais, cada. A renda bruta da população era, portanto, RL$110.000,00 anuais. Em cima disso, os cofres públicos de Absurdil arrecadavam RL$22.000,00 por ano, deixando para a população RL$88.000,00. Assim, a renda per capita líquida dos absurdileiros era de RL$87,12. Este era o quadro macroeconômico de Absurdil, e assim vivia seu povo, numa tranqüila e eterna infelicidade.

Um dia a população rebelou-se e colocou outro presidente no poder. Já nos primeiros momentos, o novo mandatário e seu gabinete ministerial trataram de acelerar o PIB que, há muitos anos, andava em baixa. O presidente correu mundo para vender os produtos absurdileiros no exterior. Conquistou mercados que nunca haviam sido bem explorados pelos governos anteriores. Incentivou a qualificação da mão-de-obra local e promoveu melhores condições de trabalho, além de apoiar o empresariado, combatendo o contrabando, estimulando pesquisas científicas e melhorando a qualidade dos seus produtos. Esses foram alguns dos fatores que impulsionaram a economia de Absurdil. Foi tudo muito surpreendente, em pouco tempo, o país apresentou resultados estatísticos que assombravam os descontentes: superavit astronômico! Risco Absurdil despencando; era o mundo passando a acreditar e respeitar aquela ex-republiqueta casa-de-mãe-joana.

Chegada a hora, o novo governo, que havia prometido mudanças na área econômica e social do país, tomou as primeiras decisões: a partir daquele momento, os absurdileiro mais pobres passaram a ganhar RL$11,00 por ano, e, igualmente, foram aumentadas as rendas de cada um dos 10 privilegiados para RL$11.000,00 anuais. No entanto, a taxa de IR de Absurdil foi modificada: os menos favorecidos passariam a pagar 15% de IR e os privilegiados 30%. No primeiro ano de governo, a renda bruta da população bateu recorde:RL$121.000,00. Descontados RL$ 1.650,00 da renda total de RL$11.000,00 da camada mais desgraçada, e RL$33.000,00 dos privilegiados que ganhavam juntos RL$110.000,00 por ano, a população em geral ficou com RL$86.350,00, o que representou uma renda per capita de RL$85,49.

Entretanto os miseráveis ficaram menos miseráveis, passando a receber RL$9,35 líquidos por ano, quando recebiam RL$8,00, e os privilegiados continuaram com seus privilégios, só que um pouco menores, bobagem: RL$7.700,00 líquidos anuais, cada, contra os RL$8.000,00 que ganhavam no governo anterior. Mesmo começando a recuperar suas "perdas" com o aumento da produção e das novas oportunidades, os privilegiados chiaram. E chiaram muito!! Queriam o poder de volta. Precisavam convencer a população de que aquilo tudo era ruim para ela. Foi aí que tiveram uma brilhante idéia: pegaram as estatísticas do ano anterior e extraíram aquele item que indicava "queda" na renda per capita, em relação àquele período. Com esse suposto paradoxo econômico, os privilegiados gritaram veementemente para os absurdileiros mais pobres:
- Vocês foram enganados!!! A renda per capita caiu de RL$87,13 para RL$85,49.

Moral da história recente de Absurdil: Os números não mentem; quem mente são os numerólogos quando mexem nos seus numerários.
Obrigado por visitar minha loja online! Encontre o que você está procurando para si ou para grandes presentes para seus amigos. Você vai encontrar a mercadoria original com a minha arte em t-shirt, camisolas, canecas, etiquetas, e muito mais. 
Astecas


Militar


Pravda.ru


Flor vermelha


Para cães


Capas para iPhone





















_______________________________________________________________________________

Mais flashback...

Salta um Dry Martini e um Big Mac pra tira-gosto!

por Fernando Soares Campos

Muito boa a matéria de The New York Times intitulada “Foreigners Follow Money to Booming Brazil, Land of $35 Martini”.

Para ler traduzido, sob o título “Crescimento econômico vertiginoso do Brasil está atraindo americanos”, somente para assinantes do UOL, clique aqui.

Inicialmente pensamos em republicar, na íntegra, o texto traduzido, mas achamos melhor despachá-lo através das nossas listas de correspondência; afinal, entendemos pouco dessa coisa de copyleft e outras formas de proteção dos direitos autorais. Apesar de termos criado a AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons –, uma pirataria saudável... respeitamos o direito autoral, só involuntariamente violamos esse princípio.

Mas, na medida do possível e de acordo com os meus parcos conhecimentos em Economia e Mercado, me atrevo a comentar algumas curiosidades que verifiquei na reportagem do NYT, assinada por Simon Romero, com a contribuição de Myrna Domit, esta sediada em São Paulo.

Em vista do meu monolinguismo, despachei o Goober, o cavalo alado que adquiri da Wells & Fargo num leilão da New York Stock U$.

O Goober partiu internet adentro e recorreu a um tradutor online, a fim de que a gente pudesse entender com mais clareza o título original da matéria do NYT: “Foreigners Follow Money to Booming Brazil, Land of $35 Martini”. Transcorridos alguns segundos, ele retornou com essa tradução: “Os estrangeiros Siga dinheiro para Booming Brasil. Terra de Martini $ 35”

Reclamei: – “Pô, Goober! Essa tradução aí deve ter sido feita por um índio apache!

Ele respondeu: – “Riliiinnnch! Brruuufff...”

Como já aprendi a interpretar o linguajar do Goober, entendi que, com o relincho, ele confirmou minhas suspeitas e, bufando, completou: “Encontrei o Touro Sentado e Cavalo Louco numa esquina de Wall Street. Eles me falaram que também vêm pro Brasil, seguindo a bufunfa”.

Tudo bem, não tem problema, podem vir; afinal, não somos uma nação xenófoba. Muito pelo contrário, aqui ainda mantemos o multiculturalismo, e tenho certeza de que nossos companheiros da Amazônia serão hospitaleiros, vão fumar o cachimbo da paz com os nossos parceiros das matinês de domingo no Cinema Olympia.

Mas, sim, onde era que a gente tava mesmo?!

– Riiicht!

– Obrigado, Goober.

Bom, como eu estava dizendo, vou tentar comentar alguma coisa da matéria do NYT, que começa assim:

“Refletindo sobre as tempestades financeiras que açoitam a Europa e os Estados Unidos, Seth Zalkin, um banqueiro americano vestido de modo casual, bebia em uma pequena xícara e parecia contente com sua decisão de se mudar para cá em março, juntamente com sua esposa e filho.” Seth Zalkin, que tem só 39 anos na carcunda.

Guarde bem o nome desse cara, pois você pode dar de cara com ele ao cruzar a Ipiranga com a Avenida São João, e o sujeito meter a mão no teu bolso e sair correndo pra 25 de Março.

Olha só o que ele disse, acho que à repórter sediada em São Paulo: “Se o resto do mundo está indo para o buraco, este [o nosso Brasilzão] é um bom lugar para se estar”.

Malandro, né, não?! - Por causa do “este”, fiquei em dúvida se o banqueiro estava falando dos EUA ou se já está agiotando por estas bandas.

E continua a matéria:

“Para aqueles com mesmo uma vaga lembrança da própria crise da dívida do Brasil nos anos 80, a ordem global parece ter virado de cabeça para baixo. A economia americana pode estar rastejando, mas o Brasil apresentou sua maior taxa de crescimento em mais de duas décadas no ano passado e o desemprego está em níveis baixos recordes, parte da transformação do país de uma pilha de nervos inflacionária em um dos principais credores de Washington.” [Esta parte aqui deve ter sido escrita pelo Simon Romero, lá de Noviorque.]

Juros que eu não sabia que os isteites haviam passado de credor a um dos principais devedores do Brasil. Quer dizer que esse tal de Washington tá devendo uma grana preta aqui pra nós?! Isso só pode ter sido coisa do Sapo Barbudo!

“Com salários rivalizando os de Wall Street, tantos banqueiros, administradores de fundo hedge, executivos do petróleo, advogados e engenheiros estrangeiros se mudaram para cá que os preços dos espaços de ponta para escritórios ultrapassaram os de Nova York neste ano, tornando o Rio uma das cidades mais caras para se alugar nas Américas, segundo a imobiliária Cushman & Wakefield.”
[Considerando o “...se mudaram para cá...”, acho que essa parte da reportagem foi escrita pela Myrna Domit, de Sampa, dando pitaco sobre o mercado imobiliário do Rio.]

"A mentalidade de corrida do ouro está a pleno vapor, com os pedidos de permissão de trabalho para estrangeiros aumentando 144% nos últimos cinco anos e os americanos liderando o grupo de profissionais com ensino superior disputando seu espaço.

“Empresários há muito são atraídos pelo Brasil, juntamente com homens com desejo de enriquecer rapidamente, sonhadores com a grandeza do Amazonas e até mesmo fora-da-lei como Ronald Biggs, o inglês que fugiu para cá após o Grande Roubo de Trem de 1963.”

Mas o Ronald Biggs fugiu da cadeia na Inglaterra e acabou dando com os costados em terras tupiniquins. Chegou aqui sem um tostão furado e nem podia trabalhar, pois, apesar de asilado, tratava-se de um foragido da justiça inglesa. Mas logo arranjou um jeito de sobreviver: vendia camisetas com a estampa de sua foto, no Calçadão de Copacabana, e dava entrevistas ou fazia companhia a turistas em troca do almoço e de uma merreca. Mas voltou para a Inglaterra e, depois de cumprir uma longa cana, está em liberdade. Como “fora-da-lei”, deve ter aprendido alguma coisa com os banqueiros daqui.

“Mas agora as escolas que atendem aos americanos e outras famílias de língua inglesa apresentam longas listas de espera, os apartamentos podem custar US$ 10 mil por mês em áreas nobres do Rio e muitos dos recém-chegados possuem diplomas da elite das universidades americanas ou experiência de trabalho nos pilares da economia global.” [Acho que essa é do Simon, com dica da Myrna]

“Assim que chegam aqui, eles encontram um país diante de um desafio muito diferente do que os Estados Unidos e a Europa: temores de que a economia esteja aquecida demais.” [Num tá não... Todo mundo sabe disso... A gente vai navegando em ventos moderados]

“Um choque em particular para os recém-chegados é a força da moeda brasileira, o real. Isso pode ajudar muitos brasileiros a comprar apartamentos em lugares como South Beach, em Miami, onde as propriedades custam aproximadamente um terço de suas equivalentes nos bairros nobres do Rio. Mas também prejudica a indústria e os exportadores do país.” [Tô grilado com esse negócio de só tomarem o Rio como parâmetro!]

“Assim, em uma tentativa de impedir uma valorização ainda maior, o Brasil atualmente é um dos maiores compradores de títulos do Tesouro americano, tornando-se um grande credor da economia americana em dificuldades. Isso representa uma grande mudança em relação ao passado, quando Washington ajudava a elaborar pacotes de resgate para as crises financeiras do Brasil.”

Ah, me lembrei daquela medida tomada no governo Lula, liquidando a dívida com o FMI, que amarrava o Brasil a imposições tais que nosso país não podia nem se mexer; a não ser para privatizar tudo a preço de banana em fim de feira. Era um atraso nas trevas!

“O Brasil está indo muito bem, mas, honestamente, toda semana eu me pergunto: ‘Quando isto vai acabar?’” disse Mark Bures, um executivo americano de 42 anos que se mudou para cá em 1999, a tempo de ver uma desvalorização abrupta da moeda e outras fortes oscilações na sorte do Brasil.
Esse Mark Bures falou igualzinho a certos economistas e políticos brasileiros da turma das trevas. Falou como, por mau exemplo, a Miriam Leitão, a rainha das conjunções adversativas, aquela que, quando se vê obrigada a falar bem da saúde econômica do Brasil, dá logo um jeito de dizer: mas, porém, no entanto, entretanto, contudo...

Bom, acho que vou ter que dar um salto, pois a matéria é meio longa e eu tenho mais o que fazer. Antes, porém, vamos ver mais uns dois parágrafos.

(...)

"Alguns economistas consideram o real brasileiro como sendo a moeda mais sobrevalorizada do mundo frente ao dólar e a inflação está subindo (como fica evidente pelos Big Macs a US$ 6,16 e martinis a US$ 35). As taxas de juros permanecem teimosamente altas e os analistas debatem se uma bolha de crédito está se formando, à medida que os consumidores continuam comprando de tudo, de casas a carros, em financiamentos de muitos anos.”

Essa aí foi de lascar! Pegar o Big Mac e o Martini como exemplos de “disparada” da inflação me fez lembrar um boletim eletrônico que me mandavam quase que diariamente, um tal de Peixe Urbano, que trazia coisas assim:

Ultralipo sem Cortes para um Corpinho de Violão: 92% OFF em 2 Sessões de Lipocavitação com Drenagem Local na Phisiosaúde (de R$900 por R$69). Use até 3 cupons

Aproveite Esta Correnteza Tripla de Saúde e Bem-Estar! 86% OFF em 3 Meses de Academia na W2M (de R$990 por R$138)

Mergulhe Nesta Onda Apaixonante! Ingresso para Assistir à Peça Eu te Amo de Arnaldo Jabor com 60% OFF no Teatro do Leblon (de até R$70 por R$28)

Onda Espetacular de Sabor! 2 Espetáculos Burguers com Batata Frita + 2 Milk-Shakes de Morango OU Chocolate com 66% OFF no Uno Grill (de R$76 por R$26)

Mas o que é que esse pessoal tá pensando?! Se é que ainda pensam... Ora, isso aí já não é propaganda, isso é terror! Estão tentando fazer a imagem de um Brasil hiperinflacionário... Por falta de imaginação, cruzaram o Plano Real com o Plano Cruzado do governo Sarney. Chama o Bob Fields!]

(...)

“As imensas descobertas pelo Brasil de petróleo em águas profundas também atraíram investidores e estrangeiros, incluindo milhares de filipinos que trabalham em navios e plataformas de petróleo em alto-mar. Para suas outras indústrias, o Brasil precisa de aproximadamente 60 mil novos engenheiros parte deles precisando vir do exterior, dado o atraso do sistema educacional do Brasil.”

É o Brasil a caminho do desenvolvimento pleno. A primeira-ministra alemã, Angela Merkel, falou, recentemente, que a Alemanha está precisando de 40.000 técnicos e engenheiros na área de informática, principalmente. Mas creio que o problema lá não é devido ao “atraso educacional”, claro. Esse atraso deve ser coisa só do chamado Terceiro Mundo, que tem os piores economista formados no Primeiro Mundo. Acontece... Fazer o quê?

Para encerrar, mandei o Goober traduzir uma dessas muitas mensagens spam (ou seja lá como chamam aquilo) que chegam na caixa da nossa Agência Assaz Atroz:

“Now is a great time to trade currencies with the world economic problems. People are cashing in by trading forex right now, the world money sistuation is a mess so why not make profit off it? Keep your money offshore where it is safe!”

A good Forex broker is 1pipfix, 1pip spreads and the best top rated of forex brokers with metatrader 4"

Olha só no que deu:

"Agora é um grande momento para trocar moedas com os problemas da economia mundial. As pessoas estão a aproveitar-se pela negociação forex agora, o dinheiro sistuation mundo é uma bagunça então porque não fazer lucrar com isso? Mantenha o seu dinheiro offshore onde é seguro!

Um corretor Forex é bom 1pipfix, spreads 1pip e os melhores mais votados de corretores de forex com MetaTrader 4"

Hein?! A mãe de quem?!

De qualquer forma: bem-vindos, Touro Sentado, Cavalo Louco e a Sétima Cavalaria, que se retira do Afeganistão, general Custer à frente, todo esfarrapado

Yes, nós temos bacanas!


14 de agosto de 2014 

GM planeja investir R$ 6,5 bi em fábricas no Brasil até 2018

Após reunião com Dilma, montadora não revela unidades beneficiadas; metalúrgicos querem prioridade para São José
Folhapress/redação

A CEO global da General Motors, Mary Teresa Barra, anunciou ontem investimento de R$ 6,5 bilhões nos próximos cinco anos no Brasil. O comunicado foi feito após reunião com a presidente Dilma Rousseff (PT) no Palácio do Planalto.


Barra afirmou não detalhou onde os recursos serão alocados no país por questão de estratégia comercial, mas disse que eles serão usados para o desenvolvimento de novos produtos, melhoria dos produtos já existentes e manutenção das instalações da empresa no país.


Questionada sobre o péssimo cenário que a indústria automobilística tem enfrentado, Barra respondeu que a relação da GM com o Brasil tem quase 90 anos e continuará sendo planejada a longo prazo.

"Estamos no Brasil há quase 90 anos e este é um importante mercado", disse. 


Em nota, a GM informou que o aporte R$ 6,5 bilhões será destinado ao desenvolvimento de novos produtos e tecnologias e na formação de empregados, além da ampliação do índice de nacionalização de componentes.

"Este investimento permitirá à marca Chevrolet continuar a renovação de sua linha de automóveis com foco em tecnologia e qualidade. Outro propósito é o de elevar o percentual de nacionalização dos componentes dos carros feitos no Brasil", disse Jaime Ardila, presidente da GM América do Sul.

[Mas, como diria Miriam Leitão, a rainha das conjunções adversativas, porém, no entanto, entretanto, contudo dentro...]

Crise. A indústria automotiva no Brasil vive um período de crise. A produção de veículos caiu 20,5% em julho, em relação ao mesmo período de 2013, e somou 252,6 mil automóveis. Foi o pior resultado para o mês desde 2006.

Com a produção em queda, a GM pressiona o Sindicato dos Metalúrgicos a aceitar o lay-off na fábrica de São José (leia nesta página).

[Para ler completo, clique no título]
_______________________________________________

Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons

_______________________________________________

PressAA


.