domingo, 20 de agosto de 2017

Enquanto a realidade se transforma, a verdade evolui

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Enquanto a realidade se transforma, a verdade evolui

Por Fernando Soares Campos - CPLP - Brasil - Portal do jornal russo Pravda, edição em português , 20.08.2017

Trecho:

A transformação da realidade e a evolução da verdade

Antoine-Laurent Lavoisier, reconhecido como o "pai" ou "fundador" da química moderna, pôde, através de seus trabalhos de pesquisa, enunciar uma lei que ficou conhecida como Lei da Conservação das Massas ou Lei de Lavoisier.

"Numa reação química que ocorre num sistema fechado, a massa total antes da reação é igual à massa total após a reação".

Ou,

"Numa reação química a massa se conserva porque não ocorre criação nem destruição de átomos. Os átomos são conservados, eles apenas se rearranjam. Os agregados atômicos dos reagentes são desfeitos e novos agregados atômicos são formados".

Ou ainda, sob conceito filosófico,

"Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".

Daí se conclui que "nada pode surgir do nada; e nada pode transformar-se em nada".

A partir dessa constatação, entendemos que os elementos que constituem o nosso corpo material (o ente material) são eternos, indestrutíveis, eles apenas reagem entre si e se transformam (durante e após o ciclo vital). Assim sendo, considerando suas existências concretas, podemos dizer que eles encerram em si (ou simplesmente representam) a realidade.

O ente psíquico, etéreo, autoconsciente, individual, único, unido ao nosso corpo material, é igualmente eterno, indestrutível, entretanto este, à medida que aprofunda seu autoconhecimento, é capaz de criar mecanismos próprios para controlar seus desejos e impulsos afetivos e emotivos; adquire conhecimentos através de processo mental (cognição) em que aplica a percepção, atenção, associação, memória, raciocínio, juízo, imaginação, pensamento e linguagem; desenvolve métodos próprios para o aprendizado de determinados sistemas e soluções de problemas; nele não ocorre a simples transformação de seus elementos, mas, sim, o progresso quantitativo e qualitativo de conhecimentos e o aperfeiçoamento do emprego de suas principais funções (cognição, volição, afeto e motivação), portanto o ente psíquico evolui, podemos também afirmar que, por ele desejar conhecer a verdade e persegui-la, esta evolui consigo. 

LEIA COMPLETO: http://port.pravda.ru/cplp/brasil/20-08-2017/43860-realidade-0/

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Acompanhe a cobertura do 70° Festival Internacional de Cinema de Locarno,por Rui Martins, jornalista brasileiro radicado na Suíça, a convite da organização do evento.
Seção Cultura:
Locarno e o racismo nos EUA
Locarno seu futuro e os Leopardos surpresa
Locarno: a misteriosa ladra de livros
Locarno: o cotidiano e o desejo de liberdade






domingo, 30 de julho de 2017

Fim de quê? A fim de quê?

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Fim de quê? A fim de quê?

por Fernando Soares Campos 

Destaque no portal do jornal russo Pravda, edição em português - 30.07.2017

Trecho: 

Emancipação do indivíduo e terceirização de mão de obra e serviços

Nos primeiros momentos da popularização da Rede Mundial de Computadores, a Web, que tem como base a Internet, muito se falava (e ainda se insiste em afirmar) que o emprego formal estaria em extinção, que a tendência seria o empreendedorismo, a implementação de projetos individuais de geração de renda por produtividade, comissão, contrato temporário, consultoria, freelancer etc.; o autoemprego, o indivíduo como agente do seu próprio negócio, autônomo, profissional liberal, nas mais diversas atividades, desde engenheiros e técnicos a torneiros mecânicos, pintores, polidores e tantos outros menos qualificados. Tudo isso baseado no avanço das novas tecnologias da informática e robotização das linhas de produção.

Viver sem patrão, sem a monótona rotina de trabalho sob autoritárias chefias, também sem o caos estressante dos congestionamentos de trânsito ou as filas e superlotação dos transportes coletivos, talvez seja isso que chamam de "emancipação do indivíduo"; entretanto, já podemos observar que essa promessa não passa de um "salve-se quem puder".

A questão é que tudo isso está relacionado com o declínio do capitalismo e a crise econômica mundial, que revela o fracasso do modelo neoliberal, com a priorização e incremento da prática do rentismo, agiotagem e investimentos especulativos em geral. Tudo isso provocou, em alguns países do chamado Primeiro Mundo, um extremo desequilíbrio nos setores básicos da economia: primário, secundário e terciário.

LEIA COMPLETO: http://port.pravda.ru/cplp/brasil/30-07-2017/43733-fim-0/

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James Petras: EUA esmagam o Brasil para dominar a América Latina

Trecho:

Para Petras, a condenação sem provas de Lula a nove anos e meio de prisão faz parte dessa ofensiva que, ao que se refere ao Brasil, teve sua primeira parte no impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff.

"No plano internacional, essa ofensiva significa a subordinação do Brasil aos mandos de uma potência imperial, e não me refiro somente aos EUA, mas também à União Europeia", disse.
Segundo o analista, o período de governo da esquerda na região "foi uma tática usada pelos EUA para se reorganizar, acumular forças e, chegado o momento indicado, lançar um contra-ataque", uma vez que os países não foram capazes de "desafiar abertamente os Estados Unidos".

LEIA COMPLETO: http://port.pravda.ru/mundo/24-07-2017/43692-james_petras-0/

LEIA TAMBÉM OUTRAS MATÉRIAS EM DESTAQUE NA CAPA DO PORTAL PRAVDA:http://port.pravda.ru/




quarta-feira, 21 de junho de 2017

Deu no Pravda: Cuidado, Putin, a CIA está de olho na foto!

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Em meio às crises política, econômica e moral que assolam o Brasil, o presidente Temer, o usurpador, viaja à Rússia.

Alertado por nós, o presidente russo, Vladimir Putin, evitou contato muito aconchegante com Temer, a fim de não ser acusado de participar de esquemas de corrupção.

O encontro Temer-Putin. Observem a distância entre os dois: 

http://g1.globo.com/politica/noticia/temer-se-encontra-com-putin-em-reuniao-no-kremlin.ghtml

Compare com os encontros Dilma-Putin: 
https://www.google.com.br/search?q=dilma+se+encontra+com+putin&client=gmail&rls=aso&authuser=0&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjt_fm_iM_UAhUD5SYKHY7xBR8Q_AUIBigB&biw=960&bih=495#imgrc=6Yf84DcQq2KIFM:

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Portal do jornal russo Pravda, edição em português - 21.06.2017


Foto Íntima

por Fernando Soares Campos 

Recentemente, o Papa Francisco cancelou a viagem que faria ao Brasil este ano, quando participaria das festividades que comemoram os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, fato considerado milagroso. Ficou claro que o Papa quer apenas evitar a exploração política de sua presença em solo brasileiro, por parte do governo Temer.

Governantes europeus, como François Hollande e Angela Merkel vieram à América do Sul mas evitaram vir ao Brasil, provavelmente para manter distância de Michel Temer. 

O isolamento de Temer é tão cruel que, mesmo visitando o nosso país, o Presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, e o primeiro-ministro português, Antonio Costa, estiveram entre o Rio de Janeiro e São Paulo, para celebrar o "Dia de Portugal", mas não agendaram encontro com Temer.

LEIA MAIS: http://port.pravda.ru/sociedade/cultura/21-06-2017/43482-foto_intima-0/#sthash.AxQuweee.dpuf 

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Temer chega na Rússia e é recebido por sub do sub

Brasil 247 - 20 DE JUNHO DE 2017 - Vídeo mostra que Michel Temer desembarcou em Moscou, onde foi recebido com uma cerimônia oficial, mas sem a presença do presidente russo, Vladimir Putin; em sua viagem de dois dias ao país, Temer será ignorado por autoridades e empresários; dos 180 participantes do fórum empresarial no qual o peemedebista será o protagonista, há apenas um CEO e, ainda assim, o executivo é da filial russa de uma empresa brasileira; no campo diplomático, também não há nenhum acordo relevante previsto... 
LEIA MAIS: https://www.brasil247.com/pt/247/mundo/302108/Temer-chega-na-Rússia-e-é-recebido-por-sub-do-sub.htm 


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Ilustração: AIPC - Atrocious Intenational Piracy of Cartoons

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sábado, 3 de junho de 2017

A lógica silogística do juiz Manoel Mouro

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A lógica silogística do juiz Manoel Mouro

por Fernando Soares Campos

O juiz português Manuel Mouro estava lendo um livro, de repente seu amigo Sérgio Joaquim se aproximou e perguntou:
-- Que livro estás a ler?
-- É um livro de Lógica. 
-- E o que é lógica? 
O juiz Manoel Mouro gostou da pergunta, pois isso o faria exercitar seus novos conhecimentos sobre lógica silogística.
-- É o seguinte... -- fez ligeiro silêncio como se estivesse buscando o exemplo ideal para fazer o amigo entender e finalmente perguntou: -- O que estão noticiando aí nesse jornal que trazes contigo?
-- Estão falando que, no Brasil, um dos partidos políticos com raros corruptos é o PT, o Partido dos Trabalhadores.
-- Então veja a lógica das coisas. Atente para as premissas:
a) Raros políticos do PT são corruptos;
b) Lula não é um político vulgar, é um raro político do PT;
c) Logo, isso prova que Lula é corrupto. 
Sérgio Joaquim coçou a cabeça, pensou e acabou concordando, pois, pela lógica, Lula é corrupto. Decidiu comprar um livro de Lógica para também estudar. 
Outro dia ele estava na pracinha lendo seu livro, e Rosa Lobo, mulher do juiz Manuel Mouro se aproximou e perguntou:
-- Que livro estás a ler, Sérgio Joaquim?
-- É um livro de Lógica.
-- E o que é lógica?! -- perguntou Rosa animada para saber.
Sérgio Joaquim, com ar professoral, falou: 
-- Vou te dar um exemplo, mas, antes, me responda... Teu marido te considera uma pessoa rara ou vulgar?
-- Ora, raríssima!
-- Então, pela lógica, és corruptíssima!

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Ilustração: AIPC - Atrocious Intenational Piracy of Cartoon

PressAA







quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Freixo virou Bozó, personagem de Chico Anysio que dava carteirada com o bordão: "Eu, eu... trabalho na Globo, tá legal?!"

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Atualização (2/12/2016)





Atualização (08/08/2019)


O que a conversa entre Freixo e Janaína Paschoal revela sobre a esquerda hoje?


Em uma conversa amistosa o deputado federal do PSOL Marcelo Freixo passou 40 minutos falando com a autora do pedido de impeachment de Dilma Roussef sem falar nada sobre o golpe institucional.





Diana Assunção

São Paulo | @dianaassuncaoED


terça-feira 6 de agosto| Edição do dia






Nessa terça-feira fomos surpreendidos com um vídeo de uma conversa entre Marcelo Freixo e Janaína Paschoal. Para os que esperam polarização, brigas e afins, nada disso. Freixo começa a conversa insistindo que em política é preciso buscar o que temos de comum e que aquela conversa seria uma tentativa neste sentido. Para dar exemplos desse caminho se orgulha de seu amplo diálogo com Alexandre Frota - o mesmo que reiteradamente ataca a deputada federal Sâmia Bomfim do PSOL - e com Kim Kataguiri, emblemática figura do golpe institucional. Neste caminho do "encontrar o que a gente tem de comum" Freixo termina dizendo que é possível uma relação de afeto entre opostos, sinalizando para Janaína. A utilização da palavra "afeto" se dirigindo a um membro do partido de Rodrigo Amorim que quebrou a placa de Marielle é no mínimo chocante.


O formato da conversa provoca ambos a "elogiarem" uns aos outros. Janaína Paschoal manteve-se muito mais intransigente em defesa de pontos fundamentais de seu direitismo, sem encontrar críticas e a mesma intransigência do outro lado. Freixo, ainda insistindo no caminho do que há de "comum", que o problema são os "excessos", os "extremismos" ou o "radicalismo", a principal crítica de Freixo ao PSL é puramente técnica: falta de preparo. Mas isso não é tudo: ele anuncia ter esperança de que amadureçam. Neste momento é preciso relembrar: sim, ele está falando do PSL, o partido de Jair Bolsonaro. Por isso que o silêncio mais ensurdecedor da conversa é quando Janaína proclama que seu maior feito foi o processo de impeachment de Dilma Roussef, ou seja, o golpe institucional: Freixo pergunta "mas não podia ser pelas eleições?" em seguida envergonhadamente se cala e quando Janaína diz saber que ele não concorda, Freixo responde "eu não era governo e podemos pensar diferente". Não foi o caso no tema da Lava Jato: neste ponto os opostos coincidiram.


Que uma das principais figuras do principal partido à esquerda do PT esteja buscando "diálogos" e "o comum" com emblemáticas figuras do governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro revela bastante da crise estratégica na qual se encontra a esquerda tradicional no Brasil. Para além dos cálculos eleitorais que possa haver por trás dessas iniciativas, o fato é que expressa o contrário das lições que a esquerda precisa tirar frente ao bolsonarismo. O radicalismo do PSL não pode ser enfrentado com diálogo e uma política do "paz e amor". Esse radicalismo sustenta uma política que mata indígenas, que assassina mulheres, que defende o massacre em Altamira, que defende a tortura e assassinato na ditadura e que, junto com os reis do diálogo (de Rodrigo Maia à Tábata Amaral) aprovaram todos juntos em primeiro turno da Câmara dos Deputados a reforma da previdência, que volta hoje ao Congresso.


O bolsonarismo mostrou que uma política de conciliação de classes, de governabilidade (o que é a busca do comum senão o embrião da ideia de governabilidade?) e a busca de alianças de todo o tipo somente pode abrir espaço pra direita. O PT mostrou que essa política não era uma tática, mas sim uma estratégia, um projeto de país. Que todos os atores do golpe institucional tenham surgido de indicações e alianças com o PT, que incentivou o agronegócio e a bancada evangélica, somente demonstra que a política do "mal menor" vai, de pouco em pouco, construindo o "mal maior". Esta política complementada com a ausência de qualquer tipo de resistência real através dos sindicatos dirigidos pela CUT (PT) e CTB (PCdoB) entregando cada um de nossos direitos e não organizando lutas estrondosas contra o golpe institucional, a prisão arbitrária de Lula e todos os ataques como a reforma trabalhista, lei da terceirização irrestrita e corte do teto de gastos revelam uma política para tornar a classe trabalhadora e a juventude reféns da ideia de "mal menor".


Quando estamos em meio a um governo tão escandalosamente reacionário como o de Jair Bolsonaro, é difícil o debate sobre as estratégias e as diferenças políticas, porque o reflexo de amplos setores que querem enfrentá-lo é o da unidade. Na última semana o filósofo Vladmir Safatle lançou mão de uma reflexão interessante, que vai em algum sentido na contramão da busca pelo "comum" de Marcelo Freixo. Safatle escreveu em sua coluna no jornal El País "Por mais paradoxal que isto possa parecer, talvez precisemos agora de divisão para unir, e não de união. É claro que essa operação parece um contrassenso para os que acham que a política anda na mesma via dos sinais matemáticos. Mas, a despeito de seu estranhamento, ela faz todo sentido".


A principal lição que o bolsonarismo traz agora para a juventude que é neste momento a maior protagonista da resistência contra o governo mas também para o conjunto da classe trabalhadora, as mulheres, os negros e LGBT é a de que somente a força organizada a partir de cada local de trabalho e estudo, construindo uma luta verdadeiramente massiva sem os entraves da direções que nos fream - ao contrário, impondo com nossa auto-organização que elas movimentem seus aparatos em prol da luta - pode levar adiante um enfrentamento real a monstruosidade do governo Bolsonaro. Os parlamentares que atuam por fora da batalha por construir essa força não poderão mudar o rumo da história - e nem mesmo os vazamentos. Nada substitui a luta de classes.


É também por isso que nunca esqueceremos quem aprovou a reforma da previdência, como Freixo sugere sobre as leis em geral "se for aprovada: esquece quem fez". Não esquecemos, não perdoamos. Não há conciliação entre aqueles que com sangue nos olhos querem descarregar a crise sobre nossas costas. Os trabalhadores e a juventude que sofrem até hoje com a consequência do golpe institucional não podem sentar docilmente com Janaína Paschoal e tudo que ela representa contra nós, sentar-se desarmando-se de qualquer espírito combativo só pode ajudar Janaína Paschoal e seu reacionarismo. É preciso debater com que estratégia vamos enfrentar esse governo e com que programa colocar de pé uma esquerda verdadeiramente revolucionária.




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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Para deslegitimar o PT, vale tudo: cidade com alto desempenho cultural vira a folclórica "Sucupira"

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Maricá está inserida na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, tem 150 mil habitantes, mas juiz compara a cidade à ficcional "Sucupira".

"Sucupira era o nome de uma [pequena cidade no interior da Bahia, numa...] novela de Dias Gomes, O Bem-Amado, transmitida pela Rede Globo nos anos 1970 – era uma cidade onde reinava a demagogia política e que agora reforça em Maricá o preconceito contra o PT." (RBA)

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Rede Brasil Atual
por Redação RBA - publicado 02/10/2016
(...)
Em junho deste ano, foi realizado por iniciativa da prefeitura da cidade o Festival da Utopia, que projetou a imagem de Maricá entre as forças progressistas da política, com participação de ativistas, intelectuais, artistas, políticos e rebeldes de todas as partes do planeta, com o desafio de construir uma nova utopia para as esquerdas.

Na sexta-feira (30), o juiz do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), Marcello Rubioli, disse ao jornal carioca Extra que a cidade se transformou em uma “Sucupira” da fiscalização, ao questionar a legitimidade de doações de cidadãos feita à campanha de Fabiano Horta. Sucupira era o nome de uma [pequena cidade no interior da Bahia, numa...] novela de Dias Gomes, O Bem-Amado, transmitida pela Rede Globo nos anos 1970 – era uma cidade onde reinava a demagogia política e que agora reforça em Maricá o preconceito contra o PT.

Segundo o juiz, doadores da campanha de Horta teriam interesse em sua eleição para continuar ocupando cargos na prefeitura da cidade e eles serão investigados para apurar se houve lavagem de dinheiro nessas doações.

Leia reportagem completa: http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2016/10/em-marica-pt-vence-com-96-12-dos-votos-validos-9433.htm

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sábado, 1 de outubro de 2016

A Photoshopada do Crivella

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O Globo diz que Crivella apagou imagem de Lula ao lado de líderes do PMDB para preservar ex-aliado. INTERPRETAÇÃO FALSA!

A verdade é que Crivella usou a foto para bater no seu adversário na disputa pela Prefeitura do Rio e retirou Lula da foto para preservar a si próprio, pois a imagem de Lula ao lado de Pedro Paulo renderia votos a este.

Mas Lula está mesmo é com Jandira Feghali, PCdoB-65

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O Globo - 30/09/2016

RIO — A campanha do senador Marcelo Crivella (PRB) retirou a imagem do ex-presidente Lula de uma foto em que o petista e líderes do PMDB do Rio apontavam em direção a Pedro Paulo (PMDB), que, na ocasião [fevereiro de 2015, muito antes de os traíras do PMDB e Marcelo Crivella, senador e sobrinho do bispo Edir Macedo, abandonarem o governo Dilma sob a liderança de Cunha e Temer; naquela época, Lula se esforçava para que essa tragédia política não ocorresse], ainda não tinha sido confirmado como candidato a prefeito. A foto [photoshopada, sem Lula] foi exibida na noite de quinta-feira, em inserção num dos intervalos da segunda edição do RJ-TV, da TV Globo, num vídeo produzido pela campanha de Crivella.

O candidato do PRB não é citado no texto, no entanto, é possível identificar a autoria da inserção nas letras pequenas que revelam os nomes dos partidos que fazem parte da coligação responsável. O caso de manipulação de imagem foi revelado pelo jornalista Fernando Molica, em sua página do Facebook.

Leia mais sobre esse assunto em...  
http://oglobo.globo.com/brasil/campanha-de-crivella-exibe-foto-adulterada-em-insercao-de-tv-20205394#ixzz4Lu1Ehhef

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